Sabe-se que 5% da população brasileira apresenta algum tipo de Deficiência Auditiva.
Ao ingressar na escola, é fundamental que o contexto escolar esteja preparado para acolher este aluno, com professores que dominem a Língua Brasileira de Sinais ( Libras), sabemos que essa realidade ainda não é vista, mas a boa notícia é que graças aos movimentos de inclusão feito nos últimos anos, incluindo os movimentos Apaeanos 🌻 estamos caminhando para essa realidade, uma vez que em 2021, com a Lei. 14. 191, Libras passou a ser reconhecida como a primeira língua e o português escrito a segunda.
Viemos de um processo cultural onde qualquer criança que apresentasse dificuldades de locomoção, linguagem ou deformidade eram jogadas foras assassinadas deixadas em manicômio. Demorou muito tempo para que se chegasse o momento em que as pessoas tivessem compreensão que a educação é para todos.
E foi exatamente no ano de 1855, quando o francês Hernest Huet (educador) a convite do então Imperador D Pedro II, veio ao Brasil em 1857 foi fundada no Rio de Janeiro o INES (Instituto Nacional de Educação dos Surdos). Mesmo a língua de sinais sendo trazida no século XIX para o Brasil e diante de muitas leis e estatutos, foi somente em 1988 que surdos e outros condições de deficiência conseguiram ganhar força.
Mas somente em 2002 a lei nº 10.436 /2002 regulamentou que a línguas de sinais deve der reconhecida como meio legal de comunicação e expressão da comunidade surda dando assim direitos a crianças com deficiência auditiva de professores especializados para ajudarem dentro da sala de aula em qualquer instituição de ensino seja pública ou particular.